por Redação Dermatologista explica a causa do "olhar de panda" e mostra soluções para o problema
Tem hora que nem corretivo, base e toda a maquiagem do mundo dão jeito nas temídas olheiras. Além de nos deixarem com aspecto mais cansado e envelhecido, elas podem ser causadas por outros fatores, além da fadiga. A dermatologista Carolina Ferolla, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia, explica que existem pelo menos quatro tipos de olheiras, causadas por mudanças no nosso organismo e que devem ser tratadas de maneiras diferentes.
Alguns fatores externos também podem piorar o problema, como exposição exagerada e sem proteção ao sol, alguns remédios, o álcool e o sal em excesso nas comidas. Apesar de haver muitos paliativos, as olheiras não são 100% curáveis e os tratamentos estéticos precisam ser refeitos regularmente, em conjunto com a mudança de hábitos ruins. Segundo Carolina, apenas um procedimento cirúrgico garante o desaparecimento total do terrível "olhar de panda".
TIPOS DE OLHEIRAS
Constitucionais: são olheiras acastanhadas e fundas caracterizadas pela anatomia da face. O globo ocular fica alojado em um orifício que, neste caso, é anatomicamente mais profundo e recoberto por uma pele muito fina que permite transparecer a sombra da cavidade. Muito comum nas etnias indiana e árabe. Os tratamentos para clarear e suavizar olheiras desse tipo são geralmente lentos e apresentam resultados pouco perceptíveis. O laser (luz intensa pulsada) e o preenchimento com ácido hialurônico pode ser uma boa opção para este caso.
Melânicas: olheiras acastanhadas causadas pelo acúmulo de melanina (pigmento que fornece o tom a pele), que, por sua vez, é desencadeado pelo excesso de sol ou estímulo hormonal. Os tratamentos que favorecem a despigmentação apresentam bons resultados no clareamento e suavização desse tipo de olheiras.
Sanguíneas: olheiras arroxeadas causadas por acúmulo de hemoglobina (pigmento sanguíneo) ou produtos de sua degradação (bilirrubina, biliverdina e ferro). Os tratamentos que favorecem a microcirculação e agem como quelantes de ferro apresentam bons resultados no clareamento e suavização desse tipo de olheiras.
Vasculares: olheiras azuladas causadas por excesso de retenção de fluidos. Tendem a agravar-se em situações de stress e cansaço, quando a circulação sanguínea da região torna-se parcialmente comprometida. Os tratamentos que favorecem a microcirculação apresentam bons resultados no clareamento e suavização desse tipo de olheiras.
Informações retiradas do site: (http://msn.bolsademulher.com/beleza/tipos-de-olheiras-107450.html)
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Quando Estou Com Você...
QUANDO ESTOU COM VOCÊ
OS MINUTOS PASSAM
E OS SEGUNDOS VOAM.
QUANDO ESTOU À SUA ESPERA
OS MINUTOS COCHILAM,
E OS SEGUNDOS
ADORMECEM PROFUNDAMENTE
Fabiana Thais Oliveira
QUANDO ESTOU COM VOCÊ
OS MINUTOS PASSAM
E OS SEGUNDOS VOAM.
QUANDO ESTOU À SUA ESPERA
OS MINUTOS COCHILAM,
E OS SEGUNDOS
ADORMECEM PROFUNDAMENTE
Fabiana Thais Oliveira
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Pensamento do dia
Coisas que a vida ensina depois dos 40, mas que podem ser aprendidas bem antes... Por que não tentar? Amor não se implora não se pede não se espera... Amor se vive ou não. Ciúmes e um sentimento inútil. Não torna ninguém fiel a você. Animais sao anjos disfarçados, mandados a terra por Deus para mostrar ao homem o que e fidelidade. Crianças aprendem com aquilo que você faz, não com o que você diz. As pessoas que falam dos outros pra você, vão falar de você para os outros. Perdoar e esquecer nos torna mais jovem. Água e um santo remédio. Deus inventou o choro para o homem não explodir. Ausência de regras, e uma regra que depende do bom senso. Não existe comida ruim, existe comida mal temperada. A criatividade caminha junto com a falta de grana. Ser autentico e a melhor e única forma de agradar. Amigos de verdade nunca te abandonam. O carinho e a melhor arma contra o ódio. As diferenças tornam a vida mais bonita e colorida. Ha. Poesia em toda a criação divina, Deus e o maior poeta de todos os tempos. A musica e a sobremesa da vida. Acreditar, não faz de ninguém um tolo. Tolo e quem mente. De tudo, o que fica e o seu nome e as lembranças a cerca de suas ações. "Obrigado", "desculpe-me" e, ,"por favor," sao palavras mágicas,chaves que abrem portas para uma vida melhor. O amor... Ah, o amor... O amor quebra barreiras, une facções, destrói preconceitos, cura doenças... Não ha. vida decente sem amor! E é certo: quem ama, e muito amado. E vive a vida mais alegremente.
(Informação recebida por e-mail)
(Informação recebida por e-mail)
quinta-feira, 28 de julho de 2011
Bons profissionais tiram férias - Por Claudia Riecken
Trabalhar é um dos prazeres da vida, e nunca deveria ser diferente. Com esta ideia na cabeça, já vivi épocas em que simplesmente desprezava a ideia de tirar férias, assim, formalmente. Se estou sempre me divertindo e sempre produzindo com prazer, parar para que?
Acontece que a vida ensina. Primeiro, é fato que pessoas que se vangloriam de nunca tirar férias se tornam abrutalhadas, entram numa busca desesperada de valor pessoal por meio do trabalho, sucesso, crescimento financeiro... Provas externas de valor próprio. O trabalho e o amor realmente são as duas experiências humanas que conferem sentido à vida, mas a boa medida pede por férias sim, senhor!
Segundo a Universidade de Essex, na Inglaterra, empresas onde as pessoas não tiram um mínimo de vinte dias seguidos de férias, uma vez ao ano, aumentam o absenteísmo e as somatizações físicas, o estresse e a queda de produtividade. Aprendi que levamos dez dias para "desligar" de fato da rotina, e então, usufruir de um descanso. Decretei como obrigatório na minha empresa, a Quantum, que todos gozem trinta dias de férias por ano, sendo dez entre Natal e Ano Novo e outros vinte dias na época escolhida.
Confira abaixo algumas recomendações para usufruir de uma verdadeira recarga de férias
No final, o estresse entre eles era quase um convite, e o fazer, fazer, fazer, uma nova obrigação. Na simplicidade, nos conectamos. Permanecer em contato com si mesmo, numa relação de presença de espírito, é muito importante. Ao visitar lugares, tire fotos, mas só o suficiente. Relaxe e viva o momento. Esta é uma atitude meditativa, mas não "zen", que pode se expressar em forma de entusiasmo ao dançar o baião no Nordeste, ao relaxar quando deitar ao sol, ou ao saborear a comida e a companhia. As melhores férias da minha vida não foram as idealizadas, e sim as vividas.
As pessoas que se permitem férias com entrega, sem culpas, com alegria, parecem mais balanceadas e cheias de energia. Quando mudamos a rotina, vamos a lugares diferentes, conhecemos e conversamos com gente nova, nos tornamos mais autênticos. Sem repetir padrões prontos, como vemos tanto, nas férias, tomamos contato com nossa energia vital e nossa própria face original!
Informações retiradas do site: (http://entretenimento.br.msn.com/astrologia/bons-profissionais-tiram-f%c3%a9rias)
Acontece que a vida ensina. Primeiro, é fato que pessoas que se vangloriam de nunca tirar férias se tornam abrutalhadas, entram numa busca desesperada de valor pessoal por meio do trabalho, sucesso, crescimento financeiro... Provas externas de valor próprio. O trabalho e o amor realmente são as duas experiências humanas que conferem sentido à vida, mas a boa medida pede por férias sim, senhor!
Segundo a Universidade de Essex, na Inglaterra, empresas onde as pessoas não tiram um mínimo de vinte dias seguidos de férias, uma vez ao ano, aumentam o absenteísmo e as somatizações físicas, o estresse e a queda de produtividade. Aprendi que levamos dez dias para "desligar" de fato da rotina, e então, usufruir de um descanso. Decretei como obrigatório na minha empresa, a Quantum, que todos gozem trinta dias de férias por ano, sendo dez entre Natal e Ano Novo e outros vinte dias na época escolhida.
Confira abaixo algumas recomendações para usufruir de uma verdadeira recarga de férias
- Tire férias quando estiver bem. Descansar porque está estressado ou com conflitos sérios é um erro. Nas férias, você vai passar mais tempo consigo mesmo. Escolha um momento em que aumentar sua própria companhia não seja um tormento e que você possa arejar e se redescobrir um pouco. É uma ótima época para se entregar ao que lhe deixa apaixonado!
- Mude a rotina, o lugar, a programação. Se puder viajar e gostar de ir à praia ou ao campo, tudo bem. Mas não se obrigue a um tipo padrão de "divertimento oficial". O importante é realmente se desligar do trabalho e ter prazer e lazer. Permitir-se algo de que realmente goste.
- Evite usar as férias para marcar aquela cirurgia ou fazer cursos, embora isso seja necessário às vezes. Trocar uma obrigação pela outra compromete a recarga de energias.
- O contraponto é o fator-chave para não abrir mão de dar uma paradinha: dia e noite, som e silêncio, trabalho e... Descanso!
- Evite idealizar o divertimento. Certa vez, um grande amigo do Sul veio a São Paulo com os filhos. Por trabalhar muito, sempre quis compensar as coisas neste passeio programando - e fazendo! - muitas atividades. Foi ao parque, shopping, teatro, museu... ufa!
No final, o estresse entre eles era quase um convite, e o fazer, fazer, fazer, uma nova obrigação. Na simplicidade, nos conectamos. Permanecer em contato com si mesmo, numa relação de presença de espírito, é muito importante. Ao visitar lugares, tire fotos, mas só o suficiente. Relaxe e viva o momento. Esta é uma atitude meditativa, mas não "zen", que pode se expressar em forma de entusiasmo ao dançar o baião no Nordeste, ao relaxar quando deitar ao sol, ou ao saborear a comida e a companhia. As melhores férias da minha vida não foram as idealizadas, e sim as vividas.
As pessoas que se permitem férias com entrega, sem culpas, com alegria, parecem mais balanceadas e cheias de energia. Quando mudamos a rotina, vamos a lugares diferentes, conhecemos e conversamos com gente nova, nos tornamos mais autênticos. Sem repetir padrões prontos, como vemos tanto, nas férias, tomamos contato com nossa energia vital e nossa própria face original!
Informações retiradas do site: (http://entretenimento.br.msn.com/astrologia/bons-profissionais-tiram-f%c3%a9rias)
terça-feira, 19 de julho de 2011
Profissionais não podem ter benefícios suspensos por empregador
SÃO PAULO – Os empregadores que reduzirem ou suspenderem os benefícios já oferecidos aos profissionais poderão sofrer reclamações trabalhistas. O direito adquirido, como é conhecido o conceito, está previsto no artigo 468 da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) e protege o empregado de quaisquer alterações contratuais que possam prejudicá-lo de forma direta ou indireta.
Em outras palavras, isto significa que nenhuma empresa pode alterar a concessão de benefícios como os vales-refeição e alimentação, cestas básicas e até mesmo os planos de saúde que sejam custeados parcial ou integralmente pelo empregador.
De acordo com a advogada trabalhista e previdenciária do Cenofisco, Rosania de Lima Costa, o benefício não pode ser alterado independentemente do tempo de concessão. “O bem cedido integra o contrato de trabalho e, por hábito, pertence ao trabalhador. Como a legislação não estabelece o período para que este benefício seja considerado um direito adquirido, entende-se por tal aquilo que é habitual, ou seja, cotidiano do funcionário”.
Desta forma, não é possível ao empregador justificar tais alterações alegando que o funcionário não possua tempo o suficiente de contratação para a permanência do bem. “O empregado deve entrar com uma ação trabalhista caso o empregador opte por reduzir seu vale-refeição. Caberá ao Poder Judiciário decidir qual o tempo 'de casa' necessário para que o bem passe a ser considerado um direito adquirido”, diz Rosania.
Exceções à regra
Como a suspensão de um benefício não é tolerável pela legislação, fica como direito do empregador alterar a forma como ele será concedido.
Um exemplo comum observado em empresas, por exemplo, diz respeito à instalação de uma cozinha na companhia. Neste caso, a suspensão do vale-refeição costuma acontecer para que a alimentação dos funcionários seja oferecida em um refeitório próprio.
“A medida pode não agradar a todos, mas é permitida ao empreendedor, afinal, neste caso, ele não alterou o contrato, apenas mudou a forma de oferecer o benefício ao empregado”, diz a advogada.
Os planos de saúde custeados parcial ou integralmente pelo empresário também seguem a mesma linha de raciocínio. “Se a empresa arcar com 100% do custo, não pode informar posteriormente que passará a pagar apenas 50%”, explica Rosania. Contudo, nada impedirá o empregador de optar por outro plano mais econômico para a empresa - desde que tal mudança não implique prejuízo aos funcionários.
Vale-transporte
O vale-transporte é um dos únicos benefícios que o empregador não pode alterar de forma alguma, conforme as determinações da legislação federal.
A definição da quantidade de conduções deverá ser informada pelo trabalhador, que responderá pela veracidade das informações. “A empresa jamais pode dizer ao funcionário quais conduções ele deve pegar, sejam porque elas se mostrem mais econômicas ou mais rápidas. A escolha final do meio de transporte sempre será do trabalhador, cabendo à empresa o custeio da operação”, diz Rosania.
Lembrando que o uso indevido deste benefício pode, sim, provocar uma dispensa do trabalhador por justa causa, especialmente se o uso do vale-transporte for feito de forma inadequada. “A empresa pode tomar esta atitude se descobrir que o profissional recebe um benefício superior ao realmente necessário para seu transporte”, completa a advogada.
Informações retiradas do site: (http://dinheiro.br.msn.com/comportamento/profissionais-n%c3%a3o-podem-ter-benef%c3%adcios-suspensos-por-empregador?page=0)
Em outras palavras, isto significa que nenhuma empresa pode alterar a concessão de benefícios como os vales-refeição e alimentação, cestas básicas e até mesmo os planos de saúde que sejam custeados parcial ou integralmente pelo empregador.
De acordo com a advogada trabalhista e previdenciária do Cenofisco, Rosania de Lima Costa, o benefício não pode ser alterado independentemente do tempo de concessão. “O bem cedido integra o contrato de trabalho e, por hábito, pertence ao trabalhador. Como a legislação não estabelece o período para que este benefício seja considerado um direito adquirido, entende-se por tal aquilo que é habitual, ou seja, cotidiano do funcionário”.
Desta forma, não é possível ao empregador justificar tais alterações alegando que o funcionário não possua tempo o suficiente de contratação para a permanência do bem. “O empregado deve entrar com uma ação trabalhista caso o empregador opte por reduzir seu vale-refeição. Caberá ao Poder Judiciário decidir qual o tempo 'de casa' necessário para que o bem passe a ser considerado um direito adquirido”, diz Rosania.
Exceções à regra
Como a suspensão de um benefício não é tolerável pela legislação, fica como direito do empregador alterar a forma como ele será concedido.
Um exemplo comum observado em empresas, por exemplo, diz respeito à instalação de uma cozinha na companhia. Neste caso, a suspensão do vale-refeição costuma acontecer para que a alimentação dos funcionários seja oferecida em um refeitório próprio.
“A medida pode não agradar a todos, mas é permitida ao empreendedor, afinal, neste caso, ele não alterou o contrato, apenas mudou a forma de oferecer o benefício ao empregado”, diz a advogada.
Os planos de saúde custeados parcial ou integralmente pelo empresário também seguem a mesma linha de raciocínio. “Se a empresa arcar com 100% do custo, não pode informar posteriormente que passará a pagar apenas 50%”, explica Rosania. Contudo, nada impedirá o empregador de optar por outro plano mais econômico para a empresa - desde que tal mudança não implique prejuízo aos funcionários.
Vale-transporte
O vale-transporte é um dos únicos benefícios que o empregador não pode alterar de forma alguma, conforme as determinações da legislação federal.
A definição da quantidade de conduções deverá ser informada pelo trabalhador, que responderá pela veracidade das informações. “A empresa jamais pode dizer ao funcionário quais conduções ele deve pegar, sejam porque elas se mostrem mais econômicas ou mais rápidas. A escolha final do meio de transporte sempre será do trabalhador, cabendo à empresa o custeio da operação”, diz Rosania.
Lembrando que o uso indevido deste benefício pode, sim, provocar uma dispensa do trabalhador por justa causa, especialmente se o uso do vale-transporte for feito de forma inadequada. “A empresa pode tomar esta atitude se descobrir que o profissional recebe um benefício superior ao realmente necessário para seu transporte”, completa a advogada.
Informações retiradas do site: (http://dinheiro.br.msn.com/comportamento/profissionais-n%c3%a3o-podem-ter-benef%c3%adcios-suspensos-por-empregador?page=0)
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Relacionamentos – Arnaldo Jabor
Sempre acho que namoro, casamento, romance, tem começo, meio e fim. Como tudo na vida.
Detesto quando escuto aquela conversa:
- Ah, terminei o namoro...
- Nossa, estavam juntos há tanto tempo...
- Cinco anos.... que pena... acabou...
- é... não deu certo...
- Ah, terminei o namoro...
- Nossa, estavam juntos há tanto tempo...
- Cinco anos.... que pena... acabou...
- é... não deu certo...
Claro que deu! Deu certo durante cinco anos, só que acabou. E o bom da vida, é que você pode ter vários amores.
Não acredito em pessoas que se complementam. Acredito em pessoas que se somam.
Às vezes você não consegue nem dar cem por cento de você para você mesmo, como cobrar cem por cento do outro?
E não temos essa coisa completa.
Às vezes você não consegue nem dar cem por cento de você para você mesmo, como cobrar cem por cento do outro?
E não temos essa coisa completa.
Às vezes ela é fiel, mas é devagar na cama.
Às vezes ele é carinhoso, mas não é fiel.
Às vezes ele é atencioso, mas não é trabalhador.
Às vezes ela é muito bonita, mas não é sensível.
Tudo junto, não vamos encontrar.
Às vezes ele é carinhoso, mas não é fiel.
Às vezes ele é atencioso, mas não é trabalhador.
Às vezes ela é muito bonita, mas não é sensível.
Tudo junto, não vamos encontrar.
Perceba qual o aspecto mais importante para você e invista nele.
Pele é um bicho traiçoeiro. Quando você tem pele com alguém, pode ser o papai com mamãe mais básico que é uma delícia.
Pele é um bicho traiçoeiro. Quando você tem pele com alguém, pode ser o papai com mamãe mais básico que é uma delícia.
E às vezes você tem aquele sexo acrobata, mas que não te impressiona...
Acho que o beijo é importante... e se o beijo bate... se joga... se não bate... mais um Martini, por favor... e vá dar uma volta.
Acho que o beijo é importante... e se o beijo bate... se joga... se não bate... mais um Martini, por favor... e vá dar uma volta.
Se ele ou ela não te quer mais, não force a barra. O outro tem o direito de não te querer.
Não brigue, não ligue, não dê pití. Se a pessoa tá com dúvidas, problema dela, cabe a você esperar... ou não.
Existe gente que precisa da ausência para querer a presença.
O ser humano não é absoluto.
O ser humano não é absoluto.
Ele titubeia, tem dúvidas e medos, mas se a pessoa REALMENTE gostar, ela volta. Nada de drama.
Que graça tem alguém do seu lado sob pressão?
Que graça tem alguém do seu lado sob pressão?
O legal é alguém que está com você, só por você. E vice-versa. Não fique com alguém por pena. Ou por medo da solidão. Nascemos sós. Morremos sós.
Nosso pensamento é nosso, não é compartilhado. E quando você acorda, a primeira impressão é sempre sua, seu olhar, seu pensamento.
Tem gente que pula de um romance para o outro. Que medo é este de se ver só, na sua própria companhia?
Gostar dói. Muitas vezes você vai sentir raiva, ciúmes, ódio, frustração... Faz parte. Você convive com outro ser, um outro mundo, um outro universo.
E nem sempre as coisas são como você gostaria que fosse... A pior coisa é gente que tem medo de se envolver.
Se alguém vier com este papo, corra, afinal você não é terapeuta. Se não quer se envolver, namore uma planta. É mais previsível.
Na vida e no amor, não temos garantias.
Nem toda pessoa que te convida para sair é para casar. Nem todo beijo é para romancear.
E nem todo sexo bom é para descartar... ou se apaixonar... ou se culpar...
Nem toda pessoa que te convida para sair é para casar. Nem todo beijo é para romancear.
E nem todo sexo bom é para descartar... ou se apaixonar... ou se culpar...
Enfim...quem disse que ser adulto é fácil ????
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Amor Contínuo
Ame seus pais e seus irmãos.
Eles são a base de sua vida, seu chão e quem com certeza vai sempre te ajudar.
Ame suas tias e tios, porque foram eles que por muitas vezes zelaram seu sono, quando você era apenas uma criança mimada.
Eu sei, não se lembra!
Mas você só vai entender o amor dos tios, depois que sua primeira sobrinha nascer.
Então, não perca tempo.
Ame! Seus primos e amigos por mais que eles sejam completamente diferentes de ti.
Aceite-os. Aceite-se. Todo mundo tem defeitos.
E por falar neles... nos defeitos, Ame sua barriga, suas celulites e as tais estrias.
Elas indicam que sua vida está repleta de prazeres gastronômicos.
Ame também seus quilos a mais, porque se eles não existissem, você jamais poderia comemorar a vitória de um dia perdê-los.
Ame seu cabelo do jeitinho que ele é.
E o seu armário... Mude. Completamente. Experimente coisas novas, outras cores. Calças largas e calcinhas de algodão.
E não troque seu velho pijama por nada nesse mundo. Ele é o seu companheiro de sonhos.
E é com aquele tênis feio e fora de moda, com o formato exato dos seus pés, que eu acho que você deve sair para caminhar todas as manhãs.
Leve os cachorros pra passear.
Pra amar as coisas que estão do lado de fora.
Tarefa difícil. Respire.
No fundo, procure outra pessoa para amar um tanto, que de até vontade de se casar com ela.
Namore.
Não importa o sexo, nem a idade.
E não se preocupe com o tempo que a paixão vai durar.
Se gostem. Se assumam. Se curtam. Se abracem. Beijos. Viagens.
E saiam para dançar sempre!!!
Tomem café da manhã juntos. Fiquem o domingo inteiro na cama, enquanto o mundo despenca numa chuva fria e fina.
E quando você achar que já amou demais nessa vida...
Tenha filhos.
Se não conseguir, adote.
Dizem que não há amor maior.
E eles vão crescer, amando você e muitas outras coisas e pessoas.
Com sorte, você terá netos.
E dos seus netos, receberá mais tarde com muito orgulho, o amor dos bisnetos...
Pois, o nosso amor é contínuo... é para sempre. É INFINITO!!!
Porque amar vale a pena!!!
(Informações recebidas por e-mail)
Eles são a base de sua vida, seu chão e quem com certeza vai sempre te ajudar.
Ame suas tias e tios, porque foram eles que por muitas vezes zelaram seu sono, quando você era apenas uma criança mimada.
Eu sei, não se lembra!
Mas você só vai entender o amor dos tios, depois que sua primeira sobrinha nascer.
Então, não perca tempo.
Ame! Seus primos e amigos por mais que eles sejam completamente diferentes de ti.
Aceite-os. Aceite-se. Todo mundo tem defeitos.
E por falar neles... nos defeitos, Ame sua barriga, suas celulites e as tais estrias.
Elas indicam que sua vida está repleta de prazeres gastronômicos.
Ame também seus quilos a mais, porque se eles não existissem, você jamais poderia comemorar a vitória de um dia perdê-los.
Ame seu cabelo do jeitinho que ele é.
E o seu armário... Mude. Completamente. Experimente coisas novas, outras cores. Calças largas e calcinhas de algodão.
E não troque seu velho pijama por nada nesse mundo. Ele é o seu companheiro de sonhos.
E é com aquele tênis feio e fora de moda, com o formato exato dos seus pés, que eu acho que você deve sair para caminhar todas as manhãs.
Leve os cachorros pra passear.
Pra amar as coisas que estão do lado de fora.
Tarefa difícil. Respire.
No fundo, procure outra pessoa para amar um tanto, que de até vontade de se casar com ela.
Namore.
Não importa o sexo, nem a idade.
E não se preocupe com o tempo que a paixão vai durar.
Se gostem. Se assumam. Se curtam. Se abracem. Beijos. Viagens.
E saiam para dançar sempre!!!
Tomem café da manhã juntos. Fiquem o domingo inteiro na cama, enquanto o mundo despenca numa chuva fria e fina.
E quando você achar que já amou demais nessa vida...
Tenha filhos.
Se não conseguir, adote.
Dizem que não há amor maior.
E eles vão crescer, amando você e muitas outras coisas e pessoas.
Com sorte, você terá netos.
E dos seus netos, receberá mais tarde com muito orgulho, o amor dos bisnetos...
Pois, o nosso amor é contínuo... é para sempre. É INFINITO!!!
Porque amar vale a pena!!!
(Informações recebidas por e-mail)
Mamografia Digital leiam... (Atenção Urgente!!!)
Demorou só 2 minutos realmente... Leiam e cliquem,
amanhã poderemos ser nós que precisaremos...
....amigos, em meio a tanta 'bandalheira' neste mundo virtual, graças a Deus existem também assuntos sérios e de UTILIDADE PÚBLICA que precisam de nossa atenção e respeito.
(Informações recebidas por e-mail)
amanhã poderemos ser nós que precisaremos...
....amigos, em meio a tanta 'bandalheira' neste mundo virtual, graças a Deus existem também assuntos sérios e de UTILIDADE PÚBLICA que precisam de nossa atenção e respeito.
Este é um deles:
O Instituto do Câncer de Mama está com uma importante campanha.
Cabe a nós atendermos sua solicitação e ampará-lo, pois se depender do Governo (Federal/Estadual/Municipal) será seu fim!!!
Vamos salvar o site do câncer de mama? Não custa nada.
O Site do câncer de mama está com problemas, pois não tem o número de acessos e cliques necessários para alcançar a cota que lhes permite oferecer UMA mamografia gratuita diariamente a mulheres de baixa renda. Demora menos de um segundo, ir ao site e clicar na tecla cor-de-rosa que diz 'Campanha da Mamografia Digital Gratuita'.
Não custa nada e é por meio do número diário de pessoas que clicam que os patrocinadores oferecem a mamografia em troca de publicidade.
Repassem a pelo menos 10 amigos para que eles repassem a mais 10 ou mais amigos, ainda hoje!
E assim estaremos ajudando a salvar este site tão importante.
Este gesto fará uma enorme diferença.
(Informações recebidas por e-mail)
Por que estamos na Terra?
Você já se perguntou, algum dia, por que é que você nasceu? Por que veio ao mundo?
Cada um de nós traz uma missão para cumprir. Existem aqueles que logo a descobrem e se esmeram no cumprimento dela.
São os gênios, que cedo despertam e atraem para si os olhos do mundo: pintores, músicos, literatos, homens de ciência.
Outros demoram um tempo mais longo para se darem conta do que devem fazer. Alguns nunca chegam a descobrir que nasceram para realizar algo especial.
Esse algo especial pode ser se tornar pai, ou mãe, ter filhos, educá-los, transformando-os em homens de bem.
Quando, por exemplo, assistimos a um espetáculo musical e nos encantamos com a voz de uma cantora, já não nos ocorreu pensar em quem são seus pais? Como a educaram?
Terão percebido, desde cedo, o maravilhoso dom da filha e se esmeraram em lhe propiciar as melhores oportunidades para desenvolvê-lo?
E, concluímos: eles cumpriram sua missão. Aí está sua filha, emocionando corações, enchendo de sons o mundo, encantando plateias, com sua extraordinária voz.
Quando lemos trabalhos científicos ou filosóficos e nos admiramos com o saber ali contido, fruto de mentes de valor, pensamos em que essas criaturas vieram ao mundo para o tornarem melhor.
E estão cumprindo a sua missão, espalhando, com suas teses, suas teorias, seus escritos, suas conferências, as boas ideias, auxiliando a construir o homem renovado. Auxiliando-o a viver melhor.
Quando descobrimos um professor dedicado ao ensino, muito além do dever, pensamos: essa deve ser sua missão!
E como ele a está cumprindo, com honra!
Então, em certos dias, olhamos para nós mesmos, analisamos os anos vividos, os que nos faltam ainda a vencer e nos indagamos: Afinal, porque eu nasci?
Nada fiz ou faço de excepcional. Tenho um diploma, um emprego, sustento-me. Mas, por que estou aqui?
Nada faço que possa melhorar a vida de alguém. Não sou excepcional em nada. Talvez, até, não passe da média.
É nesses momentos que nos devemos recordar de um jovem apaixonado pela verdade que defendia.
Ele crescera, preparando-se para assumir um posto de destaque entre os seus. Seria um rabino. Em verdade, substituto do grande e respeitado Gamaliel.
Contudo, um dia, recebeu um chamado especial. Ele não saberia definir se a voz vinha de fora ou se soava dentro do seu coração.
Mas foi o suficiente para o jovem Saulo indagar: Senhor, que queres que eu faça?
E dali em diante, tornou-se a vontade do suave Pastor na Terra ao ponto de, em determinado momento de sua vida, assim se expressar:
Já não sou quem vive. É o Cristo que vive em mim.
À semelhança do jovem de Tarso, é bom meditemos, vez ou outra, nos indagando: Por que eu estou aqui? Que devo fazer?
E se permitir ouvir a resposta.
Logo identificaremos que temos algo muito importante a fazer: crescer, progredir, melhorarmo-nos.
E, realizando essa proeza, a cada dia, verificaremos que estaremos colaborando para a implantação mais breve do mundo renovado.
Um mundo de paz, de bênçãos, de trabalho, de harmonia.
Pensemos nisso.
Redação do Momento Espírita.
Em 31.01.2011.
(Informação recebido por e-mail)
sexta-feira, 8 de julho de 2011
Aula de pompoarismo - por Rosana F. - Nossa repórter experienciou uma aula e desvenda os mistérios e benefícios desta prática
ATENÇÃO: ESTE CONTEÚDO POSSUI TEOR SEXUAL E É IMPRÓPRIO PARA MENORES DE 18 ANOS.
O dia estava tão corrido que nem deu tempo de ficar ansiosa. Só na hora em que peguei o elevador e apertei o andar da sex shop é que bateu o nervosismo: vou fazer uma aula de pompoarismo e não tenho ideia de como será.
A sex shop é cor de rosa e Rozana é morena, tem os músculos do braço desenhados e visual moderninho. Faz pompoarismo há 8 anos e é professora também de massagem, strip tease e pole dance. Vamos direto para uma sala reservada cheia de espelhos e peço licença para me trocar: no site, o recomendado é usar "roupa de ginástica".
Saio do banheiro de bermuda de suplex verde e camiseta de malha - grande erro. Nota mental: na próxima vez, vestir algo que tenha um mínimo de sensualidade para me olhar no espelho e me sentir mais bonita, mais segura, poderosa, enfim, mais parecida com uma aspirante a pompoarista.
Rozana senta-se de frente para mim e começa a parte teórica da aula, que é curta. Ela diz que o pompoarismo tem que ser tratado com seriedade e responsabilidade. "Não é só introduzir qualquer objeto na vagina", avisa. Segundo Rozana, o pompoarismo faz bem para a saúde. "Evita que a mulher tenha queda de bexiga ou incontinência urinária e diminui as cólicas menstruais. Além disso, facilita o orgasmo: a mulher pode ter de três a quatro por relação", diz ela. E eu me animo, claro.
Rozana ressalta a importância de termos consciência corporal e percepção muscular. "O canal vaginal tem três pontos de força, que são chamados de três anéis - um no início, um no meio e um mais profundo", ensina. A partir daí, a aula é prática.
Sinto-me em uma aula de jazz: a professora me pede que fique de pé, abra as pernas, contraia o abdome, faça movimentos para a direita e para a esquerda, para trás e para frente, em meia lua, como se estivesse rodando um bambolê. Isso é só o aquecimento - o momento de perceber o próprio corpo e tentar entender como ele funciona.
Ao longo de uma hora, Rozana me ensina a pulsar, contrair, segurar e dedilhar - o que mais gostei e quero treinar em casa -, além do intrigante movimento do elevador, em que você aperta cada um dos anéis vaginais. "Subindo: 1, 2, 3; e descendo: 3, 2, 1. Relaxa", incentiva a professora.
Penso: "Se na hora agá, eu ficar contando '1, 2, 3, pulsa, dedilha, relaxa, 1, 2, 3, solta', não vou aproveitar nada!". Rozana concorda. O negócio é treinar até que os movimentos ganhem naturalidade e se possa repeti-los sem esforço. Para se tornar uma pompoarista, é preciso treino e disciplina - não é algo que se consiga da noite para o dia. "Não adianta pensar que hoje mesmo já vai poder fazer com o namorado. Tem que se dedicar", afirma.
Não posso deixar de compartilhar o seguinte: aula de pompoarismo não é para as tímidas. Por mais que a professora seja superprofissional, dá vergonha em alguns momentos. Pelo menos deu em mim.
Depois de muito pulsar, contrair e dedilhar, Rozana me mostra alguns apetrechos que eu posso adquirir para continuar treinando em casa: um monte de pesinhos, um colar tailandês, um bastão vibrador e um ben-wa (duas bolas grandes unidas por um cordão). Ela sugere que eu treine uma semana com cada pesinho para tonificar e fortalecer a musculatura sem estressá-la.
Enquanto anoto, Rozana repete: "Não vai botar isso no site! Os exercícios que estou passando são para você, que já entendeu os exercícios e não teve filhos. Uma pessoa que nunca fez pompoarismo não deve começar se m um auxílio de alguém mais experiente", diz ela, comparando as séries que passou para mim a uma receita de médico - "Cada um ter que ter a sua", enfatiza. Então, estão avisadas.
Se eu comprar o kit e seguir as dicas, segundo a professora, terei bons resultados depois de sete semanas de treinos diários de 15 minutos, ficando apta a sugar e expulsar. Rozana me mostra do que é capaz e fico impressionada. "Está sarada, heim?", brinco. Com tantos exercícios, também vou virar faixa preta do Pompoar.
Gostou da matéria? Use os comentários e ajude a escolher o próximo curso que a nossa repórter vai fazer: Strip-tease, Massagem erótica, Práticas picantes (sexo oral e anal), Pole dance ou Chair dance?
O dia estava tão corrido que nem deu tempo de ficar ansiosa. Só na hora em que peguei o elevador e apertei o andar da sex shop é que bateu o nervosismo: vou fazer uma aula de pompoarismo e não tenho ideia de como será.
A sex shop é cor de rosa e Rozana é morena, tem os músculos do braço desenhados e visual moderninho. Faz pompoarismo há 8 anos e é professora também de massagem, strip tease e pole dance. Vamos direto para uma sala reservada cheia de espelhos e peço licença para me trocar: no site, o recomendado é usar "roupa de ginástica".
Saio do banheiro de bermuda de suplex verde e camiseta de malha - grande erro. Nota mental: na próxima vez, vestir algo que tenha um mínimo de sensualidade para me olhar no espelho e me sentir mais bonita, mais segura, poderosa, enfim, mais parecida com uma aspirante a pompoarista.
Rozana senta-se de frente para mim e começa a parte teórica da aula, que é curta. Ela diz que o pompoarismo tem que ser tratado com seriedade e responsabilidade. "Não é só introduzir qualquer objeto na vagina", avisa. Segundo Rozana, o pompoarismo faz bem para a saúde. "Evita que a mulher tenha queda de bexiga ou incontinência urinária e diminui as cólicas menstruais. Além disso, facilita o orgasmo: a mulher pode ter de três a quatro por relação", diz ela. E eu me animo, claro.
Rozana ressalta a importância de termos consciência corporal e percepção muscular. "O canal vaginal tem três pontos de força, que são chamados de três anéis - um no início, um no meio e um mais profundo", ensina. A partir daí, a aula é prática.
Sinto-me em uma aula de jazz: a professora me pede que fique de pé, abra as pernas, contraia o abdome, faça movimentos para a direita e para a esquerda, para trás e para frente, em meia lua, como se estivesse rodando um bambolê. Isso é só o aquecimento - o momento de perceber o próprio corpo e tentar entender como ele funciona.
Ao longo de uma hora, Rozana me ensina a pulsar, contrair, segurar e dedilhar - o que mais gostei e quero treinar em casa -, além do intrigante movimento do elevador, em que você aperta cada um dos anéis vaginais. "Subindo: 1, 2, 3; e descendo: 3, 2, 1. Relaxa", incentiva a professora.
Penso: "Se na hora agá, eu ficar contando '1, 2, 3, pulsa, dedilha, relaxa, 1, 2, 3, solta', não vou aproveitar nada!". Rozana concorda. O negócio é treinar até que os movimentos ganhem naturalidade e se possa repeti-los sem esforço. Para se tornar uma pompoarista, é preciso treino e disciplina - não é algo que se consiga da noite para o dia. "Não adianta pensar que hoje mesmo já vai poder fazer com o namorado. Tem que se dedicar", afirma.
Não posso deixar de compartilhar o seguinte: aula de pompoarismo não é para as tímidas. Por mais que a professora seja superprofissional, dá vergonha em alguns momentos. Pelo menos deu em mim.
Depois de muito pulsar, contrair e dedilhar, Rozana me mostra alguns apetrechos que eu posso adquirir para continuar treinando em casa: um monte de pesinhos, um colar tailandês, um bastão vibrador e um ben-wa (duas bolas grandes unidas por um cordão). Ela sugere que eu treine uma semana com cada pesinho para tonificar e fortalecer a musculatura sem estressá-la.
Enquanto anoto, Rozana repete: "Não vai botar isso no site! Os exercícios que estou passando são para você, que já entendeu os exercícios e não teve filhos. Uma pessoa que nunca fez pompoarismo não deve começar se m um auxílio de alguém mais experiente", diz ela, comparando as séries que passou para mim a uma receita de médico - "Cada um ter que ter a sua", enfatiza. Então, estão avisadas.
Se eu comprar o kit e seguir as dicas, segundo a professora, terei bons resultados depois de sete semanas de treinos diários de 15 minutos, ficando apta a sugar e expulsar. Rozana me mostra do que é capaz e fico impressionada. "Está sarada, heim?", brinco. Com tantos exercícios, também vou virar faixa preta do Pompoar.
Gostou da matéria? Use os comentários e ajude a escolher o próximo curso que a nossa repórter vai fazer: Strip-tease, Massagem erótica, Práticas picantes (sexo oral e anal), Pole dance ou Chair dance?
Agradecimentos:
Rozana Rezende - A2Ella - www.a2ella.com.br
Rozana Rezende - A2Ella - www.a2ella.com.br
Informações retiradas do site: (http://msn.bolsademulher.com/sexo/aula-de-pompoarismo-102962.html)
Orgasmo? Oh, yes! Para você não é tão simples assim? Experts ensinam 8 formas de chegar lá
ATENÇÃO: ESTE CONTEÚDO POSSUI TEOR SEXUAL E É IMPRÓPRIO PARA MENORES DE 18 ANOS.
No meio da conversa, com a maior naturalidade, tem quem diga que vê estrelas só com carícias nos seios. A amiga ao lado jura gozar enquanto faz sexo oral no parceiro. É quando a outra diz que não precisa nem tirar a roupa para chegar lá. Para você não é tão simples assim? Saiba que você está com a maioria. Talvez por isso tenham criado o Dia do Orgasmo (31 de julho). Para levantar a bandeira de que, sim, é um direito nosso (e deles, é claro) derreter de prazer.
Para você entrar no clima, listamos oito formas eficazes que vão te ajudar a atingir o, oh, orgasmo.
Segundo o Psicólogo e Pesquisador do Instituto Paulista de Sexualidade, Diego Henrique Viviani, grande parte das mulheres não se permite sentir orgasmo. "Falar de sexualidade feminina sempre é muito permeado por crenças e mitos. Normalmente a mulher não aprende a se tocar, a se perceber enquanto ser sexual", afirma Diego, salientando que isso pode prejudicar a vivência de uma sexualidade saudável.
São muitos os fatores que podem influenciar no fato de a mulher atingir ou não o orgasmos. "O sexo é permeado de condições emocionais que facilitam o processo: o bem estar, uma relação conjugal de qualidade, amor, carinho, afeto, tudo isso facilita o processo de excitação", explica o psicólogo, sublinhando a importância de que a mulher tenha consciência corporal, saiba utilizar os seus sentidos a favor de sua excitação e do seu prazer sexual.
Complicada e perfeitinha
O que é tiro e queda para uma mulher, para outra é nada feito. "Não existe uma maneira unânime de excitação sexual feminina ou masculina. Portanto quando cada um da parceria sabe o que lhe é confortável e isso é comunicado e compreendido pelo casal, quando há respeito e cumplicidade, o processo tende a melhorar e facilitar que cada um saiba o que fazer para que o outro sinta-se melhor e tenha a possibilidade de prazer no encontro sexual", conclui.
Informações retiradas do site: (http://msn.bolsademulher.com/sexo/orgasmo-oh-yes-102031.html)
No meio da conversa, com a maior naturalidade, tem quem diga que vê estrelas só com carícias nos seios. A amiga ao lado jura gozar enquanto faz sexo oral no parceiro. É quando a outra diz que não precisa nem tirar a roupa para chegar lá. Para você não é tão simples assim? Saiba que você está com a maioria. Talvez por isso tenham criado o Dia do Orgasmo (31 de julho). Para levantar a bandeira de que, sim, é um direito nosso (e deles, é claro) derreter de prazer.
Para você entrar no clima, listamos oito formas eficazes que vão te ajudar a atingir o, oh, orgasmo.
Segundo o Psicólogo e Pesquisador do Instituto Paulista de Sexualidade, Diego Henrique Viviani, grande parte das mulheres não se permite sentir orgasmo. "Falar de sexualidade feminina sempre é muito permeado por crenças e mitos. Normalmente a mulher não aprende a se tocar, a se perceber enquanto ser sexual", afirma Diego, salientando que isso pode prejudicar a vivência de uma sexualidade saudável.
São muitos os fatores que podem influenciar no fato de a mulher atingir ou não o orgasmos. "O sexo é permeado de condições emocionais que facilitam o processo: o bem estar, uma relação conjugal de qualidade, amor, carinho, afeto, tudo isso facilita o processo de excitação", explica o psicólogo, sublinhando a importância de que a mulher tenha consciência corporal, saiba utilizar os seus sentidos a favor de sua excitação e do seu prazer sexual.
Complicada e perfeitinha
O que é tiro e queda para uma mulher, para outra é nada feito. "Não existe uma maneira unânime de excitação sexual feminina ou masculina. Portanto quando cada um da parceria sabe o que lhe é confortável e isso é comunicado e compreendido pelo casal, quando há respeito e cumplicidade, o processo tende a melhorar e facilitar que cada um saiba o que fazer para que o outro sinta-se melhor e tenha a possibilidade de prazer no encontro sexual", conclui.
Informações retiradas do site: (http://msn.bolsademulher.com/sexo/orgasmo-oh-yes-102031.html)
ESTREIA(FILME) - Gandolfini encara perda familiar em 'Corações Perdidos'
SÃO PAULO (Reuters) - Se há um prazer indiscutível no melodrama 'Corações Perdidos', de Jake Scott, é assistir aos atores James Gandolfini e Kristen Stewart saindo do molde de seus papeis de sucesso - respectivamente, o Tony Soprano da série 'Família Soprano' e a Bella Swan da saga 'Crepúsculo'. E, de quebra, terem como companhia em cena a talentosa Melissa Leo, vencedora de um merecido Oscar de coadjuvante este ano como a mãe dominadora do drama 'O Vencedor'.
O roteiro de Ken Hixon tem premissas interessantes, como os dois focos dramáticos envolvendo o vendedor Doug Riley (Gandolfini). Homem maduro, ele tem sucesso em seu negócio com equipamentos hidráulicos em Indianapolis. Casado há 30 anos com Lois (Melissa Leo), ele poderia ser um modelo de estabilidade. Não é. A morte de uma filha criou um trauma entre o casal. E Lois não sai de casa por nada no mundo.
Doug experimenta uma visível sensação de sufocamento, uma insatisfação que tem nome, mas não encontra voz. Ele e a mulher nunca falam da filha morta, nem de nada que os incomoda.
Uma viagem a New Orleans, onde Doug participa de uma convenção de vendedores, tira o homem desta rotina. O novo ambiente parece renová-lo e o coloca diante de outros desafios. A entrada num dos inúmeros barzinhos suspeitos da colorida cidade da Louisiana leva-o de encontro a uma jovem prostituta, Mallory (Kristen Stewart).
A primeira aproximação de Doug com a jovem parece levar a um encontro sexual. Mas logo fica bem claro que o homem procura outra coisa com a jovem - resgatá-la desse tipo de vida. Coisa que a moça, desbocada e raivosa, não parece nada disposta a aceitar.
Se há algo que caracteriza Doug é a persistência. Não demora muito e ele se instala na casa de Mallory - que, na verdade, se chama Allison. Ele vira seu inquilino e, nas horas vagas, conserta coisas. A raiva da menina aos poucos se transforma numa tolerância às vezes amistosa com o intruso paternal, que controla sua alimentação e a arrumação da casa.
O terceiro elemento deste relacionamento inusitado é Lois. Quando entende que o marido está ligado a outra pessoa, ela faz uma tentativa extrema para superar o pânico que a impede de sair dos limites de seu lar protegido. Pode-se compartilhar o tamanho deste esforço na emblemática cena em que a mulher tenta tirar o carro da garagem e dar a partida para colocar-se na estrada.
Lois torna-se um outro dado na tentativa de redenção de Mallory - um processo no qual o mais evidente é a ansiedade do próprio casal para reencontrar-se emocionalmente. Por isso, nada mais falso do que a propaganda do filme, que insinua um romance entre Doug e Mallory, que nunca acontece. A história caminha num rumo bem mais família, o que não é nenhum defeito.
(Por Neusa Barbosa, do Cineweb)
* As opiniões expressas são responsabilidade do Cineweb
Informações retiradas do site: (http://entretenimento.br.msn.com/estreia-gandolfini-encara-perda-familiar-em-cora%c3%a7%c3%b5es-perdidos-2)
O roteiro de Ken Hixon tem premissas interessantes, como os dois focos dramáticos envolvendo o vendedor Doug Riley (Gandolfini). Homem maduro, ele tem sucesso em seu negócio com equipamentos hidráulicos em Indianapolis. Casado há 30 anos com Lois (Melissa Leo), ele poderia ser um modelo de estabilidade. Não é. A morte de uma filha criou um trauma entre o casal. E Lois não sai de casa por nada no mundo.
Doug experimenta uma visível sensação de sufocamento, uma insatisfação que tem nome, mas não encontra voz. Ele e a mulher nunca falam da filha morta, nem de nada que os incomoda.
Uma viagem a New Orleans, onde Doug participa de uma convenção de vendedores, tira o homem desta rotina. O novo ambiente parece renová-lo e o coloca diante de outros desafios. A entrada num dos inúmeros barzinhos suspeitos da colorida cidade da Louisiana leva-o de encontro a uma jovem prostituta, Mallory (Kristen Stewart).
A primeira aproximação de Doug com a jovem parece levar a um encontro sexual. Mas logo fica bem claro que o homem procura outra coisa com a jovem - resgatá-la desse tipo de vida. Coisa que a moça, desbocada e raivosa, não parece nada disposta a aceitar.
Se há algo que caracteriza Doug é a persistência. Não demora muito e ele se instala na casa de Mallory - que, na verdade, se chama Allison. Ele vira seu inquilino e, nas horas vagas, conserta coisas. A raiva da menina aos poucos se transforma numa tolerância às vezes amistosa com o intruso paternal, que controla sua alimentação e a arrumação da casa.
O terceiro elemento deste relacionamento inusitado é Lois. Quando entende que o marido está ligado a outra pessoa, ela faz uma tentativa extrema para superar o pânico que a impede de sair dos limites de seu lar protegido. Pode-se compartilhar o tamanho deste esforço na emblemática cena em que a mulher tenta tirar o carro da garagem e dar a partida para colocar-se na estrada.
Lois torna-se um outro dado na tentativa de redenção de Mallory - um processo no qual o mais evidente é a ansiedade do próprio casal para reencontrar-se emocionalmente. Por isso, nada mais falso do que a propaganda do filme, que insinua um romance entre Doug e Mallory, que nunca acontece. A história caminha num rumo bem mais família, o que não é nenhum defeito.
(Por Neusa Barbosa, do Cineweb)
* As opiniões expressas são responsabilidade do Cineweb
Informações retiradas do site: (http://entretenimento.br.msn.com/estreia-gandolfini-encara-perda-familiar-em-cora%c3%a7%c3%b5es-perdidos-2)
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Cilada.com (fica a dica)
RIO DE JANEIRO - Parece previsível demais perguntar ao ator Bruno Mazzeo, roteirista e protagonista do filme “Cilada.com”, qual a maior cilada que já entrou em sua vida. Mas mesmo depois de sete anos à frente do programa homônimo no Multishow, a resposta do ator não é a esperada: “Não sei. Para mim, cilada é essa pergunta. Porque já me questionam isso há sete anos e eu ainda não sei o que dizer”.
Apesar de o humorista não ter a resposta na ponta da língua, suas companheiras de elenco e atores convidados para a pré-estreia do longa, que aconteceu na última terça-feira (5) no Rio de Janeiro, não titubearam e contaram ao Famosidades as maiores ciladas de suas vidas. E teve cada uma...
No filme, que estreia na próxima sexta-feira (8), a personagem de Fernanda Paes Leme é a grande causadora da cilada. Ela se vinga da traição de seu namorado, interpretado por Bruno Mazzeo, colocando um vídeo dele na internet com uma desventura sexual, digamos assim. Mas na vida real a história é outra. A morena garantiu que não tem “vocação” para se meter em encrenca, mas que tem situações simples do dia a dia que podem ser vistas como uma cilada.
“Por exemplo, eu estava em São Paulo, e achei que aqui ia estar super calor hoje. Por isso, há uma semana separei um vestido branco, lindo, arrasador para essa pré-estreia. Quando cheguei ao Rio, fiquei desesperada porque tive que mudar meus planos. Abri hoje meu guarda-roupa e pensei: ‘O que eu vou vestir, meu Deus?’. Acabei vindo de preto e bota”, contou a atriz.
Já Carol Castro revelou para o Famosidades uma saia-justa que passou durante uma festa de Halloween: “Me falaram que era para ir a caráter. Aí me preparei, fui toda trabalhada na bruxa. Cara branca, capa, maquiagem... Quando eu e minha amiga chegamos lá, ninguém tinha entrado no clima. Realmente era Halloween, mas o pessoal não levou a sério. Parecíamos duas ETs na festa”.
Essa história de festa à fantasia é clássica. Para que Carol não se sinta tão sozinha nessa turma dos “fantasiados a toa”, o Famosidades conta também o caso de Suzana Pires, que confessou que sua situação foi pior que a da colega de profissão. “Fui em uma festa vestida de anos 70, com aplique no cabelo, e roupinha rodada. Quando cheguei lá, não tinha ninguém vestido. Detalhe: a festa não era nem à fantasia. Mentiram pra mim e minhas amigas”, disse.
Giovanna Lancelloti, que foi ao evento ao lado do namorado Pe Lanza, também lembrou que uma vez foi à uma festa muito longe de casa, e acabou se decepcionando: “Na verdade, isso já aconteceu comigo várias vezes. Demoro maior tempão para ir à uma festa, chego lá, e a festa está vazia e zoada. Me dá muita raiva quando isso acontece. Já entrei nessa cilada diversas vezes”. Quem não entrou, né?
A gravidíssima Carolinie Figueiredo contou que ao descobrir que tinha um bebê por vir achou que estava entrando numa cilada: “Quando eu soube da gravidez, parei e pensei: ‘Onde eu fui me meter? O que eu vou fazer da minha vida?’. Mas agora está tudo bem, tudo bem resolvido”.
Mas quem contou a história mais engraçada foi a atriz de “Cordel Encantado”, Andréia Horta. A morena confessou que a situação inusitada aconteceu em um programa de televisão, mas ela só não contou qual foi a atração. “Fui para um programa pra divulgar o filme ‘Muita Calma Nessa Hora’. Só que chegando lá descobri que o dia do programa tinha como tema ‘mulheres encalhadas’. Aí quando a apresentadora me chamou falou assim: ‘Vamos chamar aqui uma mulher que entende do assunto’. Aí eu entrei já pedindo para me explicar, e dizer que eu não entendia tanto assim. Era só minha personagem do filme”, contou a morena às gargalhadas.
Acompanhe o Famosidades no Twitter: http://twitter.com/Famosidades
Informações retiradas do site: (http://entretenimento.br.msn.com/famosos/fotos-galeria.aspx?cp-documentid=29371109)
As revoluções continuam no Sesc Pinheiros
Complementando a programção de maio, o Sesc Pinheiros traz a exposição “Revoluções: Cinema, Fotografia, Música, História, Política e Estética”. Para fazer jus ao nome, a mostra traz filmes, fotos, áudios, além da política e da estética das grandes revoluções mundiais. Leia Mais Confira a programação sobre Revoluções do Sesc Pinheiros “Revoluções” fica em cartaz até o dia 3 de julho, das 10h às 20h e a entrada é Catraca Livre. Organizada em três eixos principais, tem a curadoria de Henrique Piccinato Xavier, filósofo, pesquisador e artista visual. Em cinema, é possível conferir materiais inéditos e exclusivos dos diretores Jean-Luc Godard e Alexander Kluge. Além disso, no dia 19 de julho ocorre exibição do filome “Amor Cego- Conversas com Jean-Luc Godard”, seguido de debate. O evento visa promover o lançamento dos DVDs da Versártil Home Vídeo, parceira do Sesc no projeto “Revoluções” Confira abaixo a programação por eixo: Fotografia Conta com registros fotográficos ampliados em escala humana das principais revoluções do século XX.A seleção de imagens teve por base o livro “Revoluções”, de Michael Löwy. No livro, 400 fotografias em preto-e-branco registram os movimentos revolucionários, desde a Comuna de Paris, em 1871, até a Revolução Cubana, em 1953. Música Apresentação de composição musical traz duas horas de música constante que parte do resultado da pesquisa de canções revolucionárias do século passado. Tem a coordenação de Willy Corrêa de Oliveira, compositor erudito da música brasileira contemporânea, e tem a colaboração e criação musical de Maurício De Bonis. Cinema Mostra de filmes com exibição contínua, em looping, de quatro filmes. As obras são de dois diretores engajados politicamente e questionadores da função imagética na sociedade conteporânea: Jean-Luc Godard e Alexander Kluge. O velho lugar (“The old place”. EUA, 1999, 49 min. Cor) de Jean-Luc Godard. Documentário que aborda profundamente a necessidade da arte e o seu lugar na História a partir de uma montagem extraordinária, em que clipes de imagens de arquivo são exibidos ao lado de ícones importantes da arte moderna. “The Old Place” foi financiado pelo Museum of Modern Art (MoMA) de New York, exibido no Festival de Cannes 2002, e é inédito no Brasil. A origem do século XXI (“L’origine du XXI siècle”. França, 2000, 16’. Cor) Foi encomendado para ser exibido na abertura do Festival de Cannes de 2000. O curta-metragem de Godard é um estudo poético e tempestivo sobre o fim do séc. XX. O percurso parte de montagem que reúne dezenas de materiais de arquivos: situações de guerra, nazismo, atrocidades humanas. Eu vos saúdo, Sarajevo (“Jê vous salue, Sarajevo”. França, 1993, 2min. Cor). Uma contemplação em dois minutos de uma volátil situação da Guerra da Bósnia, apresentada em forma de foto-montagem e texto. No filme, a partir de uma única foto, Godard nos mostra uma série de close-ups que conspiram para abstrair o significado da imagem como um todo, tornando os elementos singulares em símbolos que estão lá para serem decifrados”. Notícias da Antiguidade Ideológica: Marx, Eisenstein, o Capital (Alemanha, 2008, 570 min. cor), de Alexander Kluge. Em nove horas e meia, ele retoma o projeto do cineasta Sergei Eisenstein de filmar O Capital, de Karl Marx, a partir da estrutura de Ulisses, de James Joyce. Para a exibição do filme de Kluge, uma equipe coordenada por Henrique P. Xavier refez as quase 1.000 cartelas do filme de forma similar às cartelas em alemão (utilizando as mesmas fontes, cores e disposição das originais). Trabalho inédito no mundo inteiro, recriar as cartelas e pensá-las como imagem, como o propõe o cineasta, é uma forma de recuperar a experiência do filme para o público de língua portuguesa.
Informações retiradas do site: (http://servicos.br.msn.com/artigo.aspx?cp-documentid=29290550)
Informações retiradas do site: (http://servicos.br.msn.com/artigo.aspx?cp-documentid=29290550)
terça-feira, 5 de julho de 2011
STF quer definir teto para valor de aviso prévio
O Supremo Tribunal Federal (STF) deve estabelecer um teto para o pagamento do aviso prévio proporcional ao tempo de serviço. A solução que está sendo buscada pelos ministros evitaria pagamentos elevados que poderiam aumentar os custos das empresas e levá-las a demitir funcionários com muito tempo de casa para evitar prejuízos.
O ministro Gilmar Mendes, relator do processo, avisou que o plenário do tribunal deve retomar o julgamento em agosto, após o recesso de julho.
O julgamento desse assunto foi suspenso na semana passada, pois os ministros não chegaram a um acordo sobre a fórmula de cálculo do aviso prévio proporcional. Uma das propostas em discussão, sugerida pelo ministro
Marco Aurélio, previa o aumento anual do aviso prévio. A cada ano trabalhado, o trabalhador faria jus ao pagamento equivalente a dez dias de trabalho.
Ministros consideram que essa proposta não deve prosperar, pois geraria custos elevados para os empregadores e poderia gerar desemprego. Além disso, argumentam que a Constituição prevê o pagamento proporcional ao tempo de serviço. Não seria, portanto, um valor progressivo que aumenta com o passar dos anos. Os ministros passaram a avaliar a legislação de outros países e devem se esmerar nesses modelos para julgar o caso de quatro ex-funcionários da Vale.
Já na semana passada, o ministro Luiz Fux citava as legislações de países como Alemanha, Dinamarca, França e Suíça, onde o aviso prévio pode chegar a seis meses.
A decisão do Supremo de definir uma fórmula para o pagamento proporcional ao tempo de serviço recebeu críticas das empresas e entidades representativas. 'Estamos preocupados, pois a decisão poderá causar expressivo impacto econômico para quem gera empregos formais', disse Robson Andrade, presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI).
Informações retiradas do site: (http://estadao.br.msn.com/economia/stf-quer-definir-teto-para-valor-de-aviso-pr%c3%a9vio)
O ministro Gilmar Mendes, relator do processo, avisou que o plenário do tribunal deve retomar o julgamento em agosto, após o recesso de julho.
O julgamento desse assunto foi suspenso na semana passada, pois os ministros não chegaram a um acordo sobre a fórmula de cálculo do aviso prévio proporcional. Uma das propostas em discussão, sugerida pelo ministro
Marco Aurélio, previa o aumento anual do aviso prévio. A cada ano trabalhado, o trabalhador faria jus ao pagamento equivalente a dez dias de trabalho.
Ministros consideram que essa proposta não deve prosperar, pois geraria custos elevados para os empregadores e poderia gerar desemprego. Além disso, argumentam que a Constituição prevê o pagamento proporcional ao tempo de serviço. Não seria, portanto, um valor progressivo que aumenta com o passar dos anos. Os ministros passaram a avaliar a legislação de outros países e devem se esmerar nesses modelos para julgar o caso de quatro ex-funcionários da Vale.
Já na semana passada, o ministro Luiz Fux citava as legislações de países como Alemanha, Dinamarca, França e Suíça, onde o aviso prévio pode chegar a seis meses.
A decisão do Supremo de definir uma fórmula para o pagamento proporcional ao tempo de serviço recebeu críticas das empresas e entidades representativas. 'Estamos preocupados, pois a decisão poderá causar expressivo impacto econômico para quem gera empregos formais', disse Robson Andrade, presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI).
Informações retiradas do site: (http://estadao.br.msn.com/economia/stf-quer-definir-teto-para-valor-de-aviso-pr%c3%a9vio)
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Endometriose - Atenção Mulherada!!!
Responsável por 50% dos casos de infertilidade, a doença é assunto sério, informe-se!
Endometriose é assunto sério. Responsável por 50% dos casos de infertilidade, é considerada um problema de saúde pública no mundo. Os principais sintomas são cólica menstrual intensa, sangramentos na urina ou nas fezes e dor forte durante o ato sexual. É bom estar atenta!
Aproveite a Semana de Divulgação da Endometriose, realizada de 13 a 18 de junho, para se informar mais a fundo sobre a doença. A campanha traz esclarecimentos e palestras gratuitas em hospitais até o final do mês de junho, e tem como madrinha, este ano, a atriz Deborah Bloch.
Segundo o Dr. Cláudio Crispi, especialista no assunto e um dos coordenadores da campanha, a endometriose é uma doença conhecida há anos, mas a grande dificuldade sempre foi obter o seu diagnóstico correto. O uso de métodos diagnósticos como a ultrassonografia, ressonância nuclear magnética e exames de sangue não conseguem definir com certeza a presença desta doença.
No entanto, com a maior aplicação das cirurgias vídeo-laparoscópicas, foi possível olhar a cavidade abdominal através de pequenos orifícios, com pequeno trauma para a paciente, o que motivou mulheres com dor de longa data a submeterem-se a estes procedimentos.
Observou-se, então, que uma grande porcentagem de pacientes que sofrem de dor pélvica (em baixo ventre) que se intensificam progressivamente, como cólicas menstruais intensas, dor em cólica fora do período menstrual, dor profunda na relação sexual e esterilidade, são portadoras da endometriose. "Nas pacientes com queixas de dor pélvica, alguns estudos científicos já observam a presença da doença em 60 a 70% dos casos", ressalta Dr. Crispi.
O que vem a ser esta doença?
O endométrio é um tecido que reveste internamente o útero e quando estimulado pelos hormônios femininos, cresce mensalmente, preparando o útero para uma gravidez. Quando esta não ocorre é eliminado como menstruação.
"Por alguns motivos, como o refluxo da menstruação pelas trompas, diferenciação de tecidos embrionários adormecidos e propagação pela corrente sanguínea, este endométrio pode se localizar em outros órgãos como as trompas, ovário, peritônio (membrana que reveste o abdome internamente), bexiga, intestinos, no fundo da vagina etc. Estes locais são também estimulados pelos hormônios femininos, sofrendo pequenos sangramentos e causando intensa reação inflamatória local, o que explica a dor de grande intensidade", explica Dr. Cláudio Crispi.
Quando não diagnosticada, a doença progride, intensificando a reação inflamatória e a dor. E pode invadir a bexiga causando sintoma urinários como cistites e sangue na urina, podendo ainda invadir o intestino e o reto, causando sintomas intestinais no período menstrual. Toda essa reação inflamatória acarreta deformação dos órgãos do aparelho reprodutor, diminuindo a capacidade da mulher engravidar.
Estamos diante de uma doença que traz grande sofrimento à mulher, incapacitando-a para suas atividades sociais e profissionais por vários dias mensalmente ou impedindo-a de engravidar. A vídeo-laparoscopia trouxe não só a possibilidade de diagnosticar com exatidão a endometriose, como possibilita parte da retirada destes tecidos, permitindo posteriormente um tratamento medicamentoso. A necessidade de um diagnóstico precoce é essencial não só para o sucesso do alívio da dor, como para preservar a capacidade reprodutiva da mulher.
Se você souber de campanhas sobre Endometriose na sua cidade, compartilhe com a gente.
A CAMPANHA DE PREVENÇÃO DA ENDOMETRIOSE durante o mês de junho terá um ciclo de palestras. Anote:
NO RIO DE JANEIRO
Palestra no Hospital Pedro Ernesto, da UERJ
O QUE: Palestra para explicar o que é a endometriose, suas causas, sintomas, conseqüências e tratamento. A palestra é gratuita e será realizada pelos especialistas Cláudio Crispi, do Instituto Movendo, de pesquisas em Endometriose, e Marco Aurélio Pinho de Oliveira, chefe do setor de Endometriose do Hospital Pedro Ernesto.
QUANDO: Dia 18 de junho, às 9:00 horas
ONDE: Auditório do Hospital Pedro Ernesto. Endereço: Boulevard 28 de Setembro, 77, em Vila Isabel.
Palestra "Endometriose
O QUE: Palestra: "Endometriose, uma visão de quem sente". Quarta Jornada de Enfermagem em Saúde da Mulher com Flávia Pires do EndoAmigas/RJ.
QUANDO: Dia 20 de junho, às 14h30.
ONDE: Instituto Fernandes Figueira (IFF). Endereço: Av. Rui Barbosa nº 716 - Flamengo, RJ.
EM PORTO ALEGRE
Circuito de corrida feminina
O QUE: Divulgação da Endometriose com Talita Talma do EndoAmigas/RJ no evento Donas Run Brasil circuito de corrida feminina.
QUANDO: Dia 18 de junho, de 10h às 17h.
ONDE: Usina do Gasômetro, Av. Presidente João Goulart nº 551, Porto Alegre - RS.
por Cláudio Crispi
Postagem retirada do site:(http://msn.bolsademulher.com/terça-feira, 28 de junho de 2011
A vida as vezes nos coloca em situações embaraçosas, nos deixando sem rumo e sem saber o que fazer...mas não é fácil deixar ir, quem na verdade queremos que fique...temos que tentar resolver os obstaculos antes de tomar alguma decisão precipitada...todos merecem uma segunda chance...mas temos que procurar a solução para o que nos aflige e esta atrapalhando a relação...se depois de tudo isso não der certo, valeu a pena tudo o que foi vivido, história de amor nunca se apagam, por isso ficará registrado na memória os momentos que passamos juntos...
(F.h.b)
terça-feira, 10 de maio de 2011
Só por hoje não se irrite
Reiki é a energia natural, harmônica e essencial a todo os seres. É a Energia Vital (Ki), direcionada e mantida pela Sabedoria Universal (Rei). Reiki não é religião, mas também não é apenas uma técnica a mais de harmonização e energização, na qual se aprende posições de contato com as mãos e como utilizá-las de forma correta e pronto: "Faço Reiki".Muito mais do que isso, Reiki é uma postura e uma filosofia de vida, na qual se deve incorporar e viver os princípios e os passos dados por seu precursor, Mikao Usui. Não como uma forma inquestionável de fazer coisas, mas como um modelo de caminho que pode ser seguido.
Conhecido entre os reikianos, mas esquecidos no nosso dia-a-dia, os princípios do Reiki nos trazem preceitos elevados a serem seguidos e que remetem a uma modificação em nossa alma, passo a passo, mas definitiva. Cada um dos princípios é uma frase simples que podemos escolher para trabalhar. Pode ser por um dia, por alguns dias ou por tempo indeterminado, até que o aspecto negativo que tenhamos dentro de nós seja modificado e transformado em positivo.
O ideal é trabalharmos cada um deles e quando todos já estiverem internalizados e aprendidos, os sigamos, todos, no nosso dia-a-dia.
Só por hoje não se irrite
Quando trabalhamos esse princípio, aprendemos a lidar com as mágoas, ressentimentos e raivas que se alojam em nós e envenenam nosso ser. Quando estamos entregues aos excessos e caprichos do ego e suas disputas, nos abalamos por pouco. Ao evitar a irritação, nos libertamos das nossas sombras, do medo e aceitamos a nós e aos outros.
Só por hoje não se preocupe
Esse princípio ensina a desfazer os laços com os conceitos de dor e angústia. Devagar, podemos dar o tempo certo para cada pessoa e para cada situação que precisamos enfrentar na vida. Assim, torna-se possível romper com ansiedade e, pouco a pouco, abrir mão do controle (das situações, dos outros e de nós mesmos).
Só por hoje agradeça suas bênçãos, respeite seus pais, mestres e os mais idosos
Esta afirmação nos remete ao respeito pela vida e pela experiência de cada um. Com ela, trabalhamos a nossa pretensão, o nosso orgulho, e nos colocamos no devido lugar de aprendizes da vida.
Só por hoje ganhe sua vida honestamente
A necessidade de sermos honestos em primeiro lugar conosco, é lembrada nesse princípio. Trabalhando essa afirmação paramos de olhar e nos comparar com os outros. Passamos a olhar com carinho para nós mesmos, para o nosso trabalho, para o nosso aprendizado e, finalmente, para o nosso caminho.
Só por hoje seja gentil e amável com todos os seres vivos
Quantas vezes por dia nos lembramos de agradecer e apreciar as coisas que estão a nossa volta? Os alimentos e a água, imprescindíveis para nossa sobrevivência. O ar que respiramos e que contém elementos vitais. Isto tudo sem citar todos os animais que nos ajudam e interagem conosco, além das pessoas, que são o impulso para o aprendizado e evolução... Esse princípio fala de respeito à vida!
Praticar esses princípios diariamente é muito mais do que aplicar ou receber uma energização. Isto é vivenciar Reiki, é praticar o bem-viver.
->Informações retiradas do site: http://entretenimento.br.msn.com/astrologia/artigo.aspx?cp-documentid=28666511
História do teatro no Brasil
O teatro brasileiro surgiu quando Portugal começou a fazer do Brasil sua colônia (Século XVI). Os Jesuítas, com o intuito de catequizar os índios, trouxeram não só a nova religião católica, mas também uma cultura diferente, em que se incluía a literatura e o teatro. Aliada aos rituais festivos e danças indígenas, a primeira forma de teatro que os brasileiros conheceram foi a dos portugueses, que tinha um caráter pedagógico baseado na Bíblia. Nessa época, o maior responsável pelo ensinamento do teatro, bem como pela autoria das peças, foi Padre Anchieta. O teatro realmente nacional só veio se estabilizar em meados do século XIX, quando o Romantismo teve seu início. Martins Pena foi um dos responsáveis pôr isso, através de suas comédias de costumes. Outros nomes de destaque da época foram: o dramaturgo Artur Azevedo, o ator e empresário teatral João Caetano e, na literatura, o escritor Machado de Assis
Fonte: encena
Nos primeiros anos da colonização, os padres da chamada Companhia de Jesus (Jesuítas), que vieram para o Brasil, tinham como principal objetivo a catequese dos índios. Eles encontraram nas tribos brasileiras uma inclinação natural para a música, a dança e a oratória. Ou seja: tendências positivas para o desenvolvimento do teatro, que passou a ser usado como instrumento de "civilização" e de educação religiosa, além de diversão. O teatro, pelo "fascínio" da imagem representativa, era muito mais eficaz do que um sermão, pôr exemplo.
As primeiras peças foram, então, escritas pelos Jesuítas, que se utilizavam de elementos da cultura indígena (a começar pelo caráter de "sagrado" que o índio já tinha absorvido em sua cultura), até porque era preciso "tocar" o índio, falando de coisas que ele conhecia. Misturados a esses elementos, estavam os dogmas da Igreja Católica, para que o objetivo da Companhia - a catequese - não se perdesse.
As peças eram escritas em tupi, português ou espanhol (isso se deu até 1584, quando então "chegou" o latim). Nelas, os personagens eram santos, demônios, imperadores e, pôr vezes, representavam apenas simbolismos, como o Amor ou o Temor a Deus. Com a catequese, o teatro acabou se tornando matéria obrigatória para os estudantes da área de Humanas, nos colégios da Companhia de Jesus. No entanto, os personagens femininos eram proibidos (com exceção das Santas), para se evitar uma certa "empolgação" nos jovens.
Os atores, nessa época, eram os índios domesticados, os futuros padres, os brancos e os mamelucos. Todos amadores, que atuavam de improviso nas peças apresentadas nas Igrejas, nas praças e nos colégios. No que diz respeito aos autores, o nome
de mais destaque da época é o de Padre Anchieta . É dele a autoria de Auto de Pregação Universal, escrito entre 1567 e 1570, e representado em diversos locais do Brasil, pôr vários anos.
Outro auto de Anchieta é Na festa de São Loureço, também conhecido como Mistério de Jesus. Os autos sacramentais, que continham caráter dramático, eram preferidos às comédias e tragédias, porque eram neles que estavam impregnadas as características da catequese. Eles tinham sempre um fundo religioso, moral e didático, e eram repletos de personagens alegóricos.
Além dos autos, outros "estilos teatrais" introduzidos pelos Jesuítas foram o presépio, que passou a ser incorporado nas festas folclóricas, e os pastoris.
Fonte: encena
No século XVII, as representações de peças escritas pelos Jesuítas - pelo menos aquelas com a clara finalidade de catequese- começaram a ficar cada vez mais escassas. Este período, em que a obra missionária já estava praticamente consolidada, é inclusive chamado de Declínio do Teatro dos Jesuítas. No entanto, outros tipos de atividades teatrais também eram escassos, pôr conta deste século constituir um tempo de crise. As encenações existiam, fossem elas prejudicadas ou inspiradas pelas lutas da época (como pôr exemplo, as lutas contra os holandeses). Mas dependiam de ocasiões como festas religiosas ou cívicas para que fossem realizadas.
Das peças encenadas na época, podemos destacar as comédias apresentadas nos eventos de aclamação a D. João IV, em 1641, e as encenações promovidas pelos franciscanos do Convento de Santo Antônio, no Rio de Janeiro, com a finalidade de distrair a comunidade. Também se realizaram representações teatrais pôr conta das festas de instalação da província franciscana da Imaculada Conceição, em 1678, no Rio.
O que podemos notar neste século é a repercussão do teatro espanhol em nosso país, e a existência de um nome - ligado ao teatro - de destaque: Manuel Botelho de Oliveira (Bahia, 1636-1711). Ele foi o primeiro poeta brasileiro a ter suas obras publicadas, tendo escrito duas comédias em espanhol (Hay amigo para amigo e Amor, Engaños y Celos).
Conheça algumas peças representadas no século XVII
Fonte: encena
Foi somente na segunda metade do século XVIII que as peças teatrais passaram a ser apresentadas com uma certa freqüência. Palcos (tablados) montados em praças públicas eram os locais das representações. Assim como as igrejas e, pôr vezes, o palácio de um ou outro governante. Nessa época, era forte a característica educacional do teatro. E uma atividade tão instrutiva acabou pôr merecer ser presenteada com locais fixos para as peças: as chamadas Casas da Ópera ou Casas da Comédia, que começaram a se espalhar pelo país.
Em seguida à fixação dos locais "de teatro", e em conseqüência disso, surgiram as primeiras companhias teatrais. Os atores eram contratados para fazer um determinado número de apresentações nas Casas da Ópera, durante todo o ano, ou apenas pôr alguns meses. Sendo assim, com os locais e elencos fixos, a atividade teatral do século XVIII começou a ser mais contínua o que em épocas anteriores. No século XVIII e início do XIX, os atores eram pessoas das classes mais baixas, em sua maioria mulatos. Havia um preconceito contra a atividade, chegando inclusive a ser proibida a participação de mulheres nos elencos. Dessa forma, eram os próprios homens que representavam os papéis femininos, passando a ser chamados de "travestis". Mesmo quando a presença de atrizes já havia sido "liberada", a má fama da classe de artistas, bem como a reclusão das mulheres na sociedade da época, as afastava dos palcos.
Quanto ao repertório, destaca-se a grande influência estrangeira no teatro brasileiro dessa época. Dentre nomes mais citados estavam os de Molière, Voltaire, Maffei, Goldoni e Metastásio. Apesar da maior influência estrangeira, alguns nomes nacionais também merecem ser lembrados. São eles: Luís Alves Pinto, que escreveu a comédia em verso Amor Mal Correspondido, Alexandre de Gusmão, que traduziu a comédia francesa O Marido Confundido, Cláudio Manuel da Costa, que escreveu O Parnaso Obsequioso e outros poemas representados em todo o país, e Inácio José de Alvarenga Peixoto, autor do drama Enéias no Lácio.
Fonte: Encena
A vinda da família real para o Brasil, em 1808, trouxe uma série de melhorias para o Brasil. Uma delas foi direcionada ao teatro. D. João VI, no decreto de 28 de maio de 1810, reconhecia a necessidade da construção de "teatros decentes".
Na verdade, o decreto representou um estímulo para a inauguração de vários teatros. As companhias teatrais, pôr vezes de canto e/ou dança (bailado), passaram a tomar conta dos teatros, trazendo com elas um público cada vez maior. A primeira delas, realmente brasileira, estreou em 1833, em Niterói, dirigida pôr João Caetano, com o drama O Príncipe Amante da Liberdade ou A Independência da Escócia. Uma conseqüência da estabilidade que iam ganhando as companhias dramáticas foi o crescimento, paralelo, do amadorismo.
A agitação que antecipou a Independência do Brasil foi refletida no teatro. As platéias eram muito agressivas, aproveitavam as encenações para promover manifestações, com direito a gritos que exaltavam a República. No entanto, toda esta "bagunça" representou uma preparação do espírito das pessoas, e também do teatro, para a existência de uma nação livre. Eram os primórdios da fundação do teatro - e de uma vida - realmente nacional. Até porque, em conseqüência do nacionalismo exacerbado do público, os atores estrangeiros começaram a ser substituídos pôr nacionais.
Ao contrário desse quadro, o respeito tomava conta do público quando D.Pedro estava presente no teatro ( fato que acontecia em épocas e lugares que viviam condições "normais", isto é, onde e quando não havia este tipo de manifestação). Nestas ocasiões, era mais interessante se admirar os espectadores - principalmente as senhoras ricamente vestidas - do que os atores. Além do luxo, podia se notar o preconceito contra os negros, que não compareciam aos teatros. Já os atores eram quase todos mulatos, mas cobriam os rostos com maquiagem branca e vermelha.
Fonte: encena
Desde a Independência, em 1822, um exacerbado sentimento nacionalista tomou conta das nossas manifestações culturais. Este espírito nacionalista também atingiu o teatro. No entanto, a literatura dramática brasileira ainda era incipiente e dependia de iniciativas isoladas. Muitas peças, a partir de 1838, foram influenciadas pelo Romantismo, movimento literário em voga na época. O romancista Joaquim Manuel de Macedo destacou alguns mitos do nascente sentimento de nacionalidade da época: o mito da grandeza territorial do Brasil, da opulência da natureza do país, da igualdade de todos os brasileiros, da hospitalidade do povo, entre outros. Estes mitos nortearam, em grande parte, os artistas românticos desse período.
A tragédia Antônio José ou O poeta e a inquisição escrita pôr Gonçalves de Magalhães (1811-1882) e levada à cena pôr João Caetano (1808-1863), a 13 de março de 1838, no teatro Constitucional Fluminense, foi o primeiro passo para a implantação de um teatro considerado brasileiro.
No mesmo ano, a 4 de outubro, foi representada pela primeira vez a comédia O juiz de paz da roça, de Martins Pena (1815-1848), também no teatro Constitucional Fluminense pela mesma companhia de João Caetano. A peça foi o pontapé inicial para a consolidação da comédia de costumes como gênero preferido do público. As peças de Martins Pena estavam integradas ao Romantismo, portanto, eram bem recebidas pelo público, cansado do formalismo clássico anterior. O autor é considerado o verdadeiro fundador do teatro nacional, pela quantidade - em quase dez anos, escreveu 28 peças - e qualidade de sua produção. Sua obra, pela grande popularidade que atingiu, foi muito importante para a consolidação do teatro no Brasil.
Fonte: Encena
Realismo na dramaturgia nacional pode ser subdividido em dois períodos: o primeiro, de 1855 - quando o empresário Joaquim Heliodoro monta sua companhia - até 1884 com a representação de O mandarim, de Artur Azevedo, que consolida o gênero revista e os dramas de casaca. O segundo período vai de 1884 aos primeiros anos do século XX, quando a opereta e a revista são os gêneros preferidos do público.
Essa primeira fase não se completa em um teatro naturalista. À exceção de uma ou outra tentativa, a literatura dramática não acompanhou o naturalismo pôr conta da preferência do público pelo "vaudeville", a revista e a paródia.
A renovação do teatro brasileiro, com a consolidação da comédia como gênero preferido do público, iniciou-se quando Joaquim Heliodoro Gomes dos Santos montou seu teatro, o Ginásio Dramático, em 1855. Esse novo espaço tinha como ensaiador e diretor de cena o francês Emílio Doux que trouxe as peças mais modernas da França da época.
O realismo importado da França introduziu a temática social, ou seja, as questões sociais mais relevantes do momento eram discutidas nos dramas de casaca. Era o teatro da tese social e da análise psicológica.
Nome de grande importância para o teatro dessa fase é o do dramaturgo Artur Azevedo (1855-1908). Segundo J. Galante de Souza ( O Teatro no Brasil, vol.1), Artur Azevedo "foi mais aplaudido nas suas bambochatas, nas suas revistas, escritas sem preocupação artística, do que quando escreveu teatro sério. O seu talento era o da improvisação, fácil, natural, mas sem fôlego para composições que exigissem amadurecimento, e para empreendimentos artísticos de larga envergadura".
Fonte: encena
Fernando Peixoto define bem a história do teatro no Brasil e no mundo em seu livro "O que é teatro", e nos traz referências de datas que ajudam entender sua trajetória no decorrer dos séculos.
A história do teatro brasileiro dramático surgiu em 1564, coincidentemente com a data de nascimento de Willian Shakespeare, quando foi encenado o Auto de Santiago pôr missionários jesuítas, na Bahia.
No Brasil o teatro surge como instrumento pedagógico. Eram Autos utilizados para a catequização dos índios, os quais o padre Manuel da Nóbrega encomendava-os ao padre José de Anchieta.
Já no século XIX (mais ou menos 1838), o teatro fica marcado pela tragédia romântica de Gonçalves Magalhães com a peça: "O Poeta e a Inquisição" e também Martins Pena com "O juiz de paz na roça". Martins Pena com toda sua simplicidade para escrever, porém justa eficácia para descrever o painel da época, teve seguidores "clássicos" de seus trabalhos, como Joaquim Manoel de Macedo, Machado de Assis e José de Alencar.
Foi em 1880 , em Lagos, na Nigéria que escravos brasileiros libertados deram um enorme salto no desenvolvimento do teatro, fundando a primeira companhia dramática brasileira – a Brazilian Dramatic Company .
Em 1900, o teatro deu seu grito de liberdade. Embora tenha enfrentado as mais duras crises políticas do país, conseguiu com muita luta estacar sua bandeira e marcar sua história.
De 1937 a 1945, a ditadura procura silenciar o teatro, mas a ideologia populista, através do teatro de revista, mantém-se ativa. Surgem as primeiras companhias estáveis do país, com nomes como: Procópio Ferreira, Jaime Costa, Dulcina de Moraes, Odilon Azevedo, Eva Tudor, entre outros.
Uma nova ideologia começava a surgir, juntamente com um dos maiores patrimônios do teatro brasileiro: Oswald de Andrade, que escreveu O Rei da Vela (1933), O Homem e o Cavalo (1934) e A Morta (1937), enfrentando desinibido e corajoso, a sufocante ditadura de Getúlio Vargas.
Em 1938, Paschoal Carlos Magno funda o Teatro do Estudante do Brasil. Começam surgir companhias experimentais de teatro, que estendem-se ao longo dos anos, marcando a introdução do modelo estrangeiro de teatro entre nós, consagrando então o princípio da encenação moderna no Brasil.
No ano de 1948 surge o TBC uma companhia que produzia teatro da burguesia para a burguesia, importando técnica e repertório, com tendências para o culturalismo estético. Já em 57, meio a preocupações sócio-políticas surge o Teatro de Arena de São Paulo. Relatos de jornais noticiavam que o Teatro de Arena foi a porta de entrada de muitos amadores para o teatro profissional, e que nos anos posteriores tornaram-se verdadeiras personalidades do mundo artístico.
Já em 64 com o Golpe Militar, as dificuldades aumentam para diretores e atores de teatro. A censura chega avassaladora, fazendo com que muitos artistas tenham de abandonar os palcos e exilar-se em outros países.
Restava às futuras gerações manterem vivas as raízes já fixadas, e dar um novo rumo ao mais novo estilo de teatro que estaria pôr surgir.
"...São infindáveis as tendências do teatro contemporâneo. Há uma permanência do realismo e paralelamente uma contestação do mesmo. As tendências muitas vezes são opostas, mas freqüentemente se incorporam umas as outras..." (Fernando Peixoto – O que é teatro).
Fonte: Uniso
->Informações retiradas do site: http://www.baraoemfoco.com.br/barao/portal/cultura/teatro/tatrobr.htm
Fonte: encena
Teatro dos jesuítas - Século XVI
Nos primeiros anos da colonização, os padres da chamada Companhia de Jesus (Jesuítas), que vieram para o Brasil, tinham como principal objetivo a catequese dos índios. Eles encontraram nas tribos brasileiras uma inclinação natural para a música, a dança e a oratória. Ou seja: tendências positivas para o desenvolvimento do teatro, que passou a ser usado como instrumento de "civilização" e de educação religiosa, além de diversão. O teatro, pelo "fascínio" da imagem representativa, era muito mais eficaz do que um sermão, pôr exemplo.
As primeiras peças foram, então, escritas pelos Jesuítas, que se utilizavam de elementos da cultura indígena (a começar pelo caráter de "sagrado" que o índio já tinha absorvido em sua cultura), até porque era preciso "tocar" o índio, falando de coisas que ele conhecia. Misturados a esses elementos, estavam os dogmas da Igreja Católica, para que o objetivo da Companhia - a catequese - não se perdesse.
As peças eram escritas em tupi, português ou espanhol (isso se deu até 1584, quando então "chegou" o latim). Nelas, os personagens eram santos, demônios, imperadores e, pôr vezes, representavam apenas simbolismos, como o Amor ou o Temor a Deus. Com a catequese, o teatro acabou se tornando matéria obrigatória para os estudantes da área de Humanas, nos colégios da Companhia de Jesus. No entanto, os personagens femininos eram proibidos (com exceção das Santas), para se evitar uma certa "empolgação" nos jovens.
Os atores, nessa época, eram os índios domesticados, os futuros padres, os brancos e os mamelucos. Todos amadores, que atuavam de improviso nas peças apresentadas nas Igrejas, nas praças e nos colégios. No que diz respeito aos autores, o nome
de mais destaque da época é o de Padre Anchieta . É dele a autoria de Auto de Pregação Universal, escrito entre 1567 e 1570, e representado em diversos locais do Brasil, pôr vários anos.
Outro auto de Anchieta é Na festa de São Loureço, também conhecido como Mistério de Jesus. Os autos sacramentais, que continham caráter dramático, eram preferidos às comédias e tragédias, porque eram neles que estavam impregnadas as características da catequese. Eles tinham sempre um fundo religioso, moral e didático, e eram repletos de personagens alegóricos.
Além dos autos, outros "estilos teatrais" introduzidos pelos Jesuítas foram o presépio, que passou a ser incorporado nas festas folclóricas, e os pastoris.
Fonte: encena
Século - XVII
No século XVII, as representações de peças escritas pelos Jesuítas - pelo menos aquelas com a clara finalidade de catequese- começaram a ficar cada vez mais escassas. Este período, em que a obra missionária já estava praticamente consolidada, é inclusive chamado de Declínio do Teatro dos Jesuítas. No entanto, outros tipos de atividades teatrais também eram escassos, pôr conta deste século constituir um tempo de crise. As encenações existiam, fossem elas prejudicadas ou inspiradas pelas lutas da época (como pôr exemplo, as lutas contra os holandeses). Mas dependiam de ocasiões como festas religiosas ou cívicas para que fossem realizadas.
Das peças encenadas na época, podemos destacar as comédias apresentadas nos eventos de aclamação a D. João IV, em 1641, e as encenações promovidas pelos franciscanos do Convento de Santo Antônio, no Rio de Janeiro, com a finalidade de distrair a comunidade. Também se realizaram representações teatrais pôr conta das festas de instalação da província franciscana da Imaculada Conceição, em 1678, no Rio.
O que podemos notar neste século é a repercussão do teatro espanhol em nosso país, e a existência de um nome - ligado ao teatro - de destaque: Manuel Botelho de Oliveira (Bahia, 1636-1711). Ele foi o primeiro poeta brasileiro a ter suas obras publicadas, tendo escrito duas comédias em espanhol (Hay amigo para amigo e Amor, Engaños y Celos).
Conheça algumas peças representadas no século XVII
Fonte: encena
Século - XVIII
Foi somente na segunda metade do século XVIII que as peças teatrais passaram a ser apresentadas com uma certa freqüência. Palcos (tablados) montados em praças públicas eram os locais das representações. Assim como as igrejas e, pôr vezes, o palácio de um ou outro governante. Nessa época, era forte a característica educacional do teatro. E uma atividade tão instrutiva acabou pôr merecer ser presenteada com locais fixos para as peças: as chamadas Casas da Ópera ou Casas da Comédia, que começaram a se espalhar pelo país.
Em seguida à fixação dos locais "de teatro", e em conseqüência disso, surgiram as primeiras companhias teatrais. Os atores eram contratados para fazer um determinado número de apresentações nas Casas da Ópera, durante todo o ano, ou apenas pôr alguns meses. Sendo assim, com os locais e elencos fixos, a atividade teatral do século XVIII começou a ser mais contínua o que em épocas anteriores. No século XVIII e início do XIX, os atores eram pessoas das classes mais baixas, em sua maioria mulatos. Havia um preconceito contra a atividade, chegando inclusive a ser proibida a participação de mulheres nos elencos. Dessa forma, eram os próprios homens que representavam os papéis femininos, passando a ser chamados de "travestis". Mesmo quando a presença de atrizes já havia sido "liberada", a má fama da classe de artistas, bem como a reclusão das mulheres na sociedade da época, as afastava dos palcos.
Quanto ao repertório, destaca-se a grande influência estrangeira no teatro brasileiro dessa época. Dentre nomes mais citados estavam os de Molière, Voltaire, Maffei, Goldoni e Metastásio. Apesar da maior influência estrangeira, alguns nomes nacionais também merecem ser lembrados. São eles: Luís Alves Pinto, que escreveu a comédia em verso Amor Mal Correspondido, Alexandre de Gusmão, que traduziu a comédia francesa O Marido Confundido, Cláudio Manuel da Costa, que escreveu O Parnaso Obsequioso e outros poemas representados em todo o país, e Inácio José de Alvarenga Peixoto, autor do drama Enéias no Lácio.
Fonte: Encena
Século XIX Transição para o tetro nacional
A vinda da família real para o Brasil, em 1808, trouxe uma série de melhorias para o Brasil. Uma delas foi direcionada ao teatro. D. João VI, no decreto de 28 de maio de 1810, reconhecia a necessidade da construção de "teatros decentes".
Na verdade, o decreto representou um estímulo para a inauguração de vários teatros. As companhias teatrais, pôr vezes de canto e/ou dança (bailado), passaram a tomar conta dos teatros, trazendo com elas um público cada vez maior. A primeira delas, realmente brasileira, estreou em 1833, em Niterói, dirigida pôr João Caetano, com o drama O Príncipe Amante da Liberdade ou A Independência da Escócia. Uma conseqüência da estabilidade que iam ganhando as companhias dramáticas foi o crescimento, paralelo, do amadorismo.
A agitação que antecipou a Independência do Brasil foi refletida no teatro. As platéias eram muito agressivas, aproveitavam as encenações para promover manifestações, com direito a gritos que exaltavam a República. No entanto, toda esta "bagunça" representou uma preparação do espírito das pessoas, e também do teatro, para a existência de uma nação livre. Eram os primórdios da fundação do teatro - e de uma vida - realmente nacional. Até porque, em conseqüência do nacionalismo exacerbado do público, os atores estrangeiros começaram a ser substituídos pôr nacionais.
Ao contrário desse quadro, o respeito tomava conta do público quando D.Pedro estava presente no teatro ( fato que acontecia em épocas e lugares que viviam condições "normais", isto é, onde e quando não havia este tipo de manifestação). Nestas ocasiões, era mais interessante se admirar os espectadores - principalmente as senhoras ricamente vestidas - do que os atores. Além do luxo, podia se notar o preconceito contra os negros, que não compareciam aos teatros. Já os atores eram quase todos mulatos, mas cobriam os rostos com maquiagem branca e vermelha.
Fonte: encena
Século -XIX
Época Romântica
Época Romântica
Desde a Independência, em 1822, um exacerbado sentimento nacionalista tomou conta das nossas manifestações culturais. Este espírito nacionalista também atingiu o teatro. No entanto, a literatura dramática brasileira ainda era incipiente e dependia de iniciativas isoladas. Muitas peças, a partir de 1838, foram influenciadas pelo Romantismo, movimento literário em voga na época. O romancista Joaquim Manuel de Macedo destacou alguns mitos do nascente sentimento de nacionalidade da época: o mito da grandeza territorial do Brasil, da opulência da natureza do país, da igualdade de todos os brasileiros, da hospitalidade do povo, entre outros. Estes mitos nortearam, em grande parte, os artistas românticos desse período.
A tragédia Antônio José ou O poeta e a inquisição escrita pôr Gonçalves de Magalhães (1811-1882) e levada à cena pôr João Caetano (1808-1863), a 13 de março de 1838, no teatro Constitucional Fluminense, foi o primeiro passo para a implantação de um teatro considerado brasileiro.
No mesmo ano, a 4 de outubro, foi representada pela primeira vez a comédia O juiz de paz da roça, de Martins Pena (1815-1848), também no teatro Constitucional Fluminense pela mesma companhia de João Caetano. A peça foi o pontapé inicial para a consolidação da comédia de costumes como gênero preferido do público. As peças de Martins Pena estavam integradas ao Romantismo, portanto, eram bem recebidas pelo público, cansado do formalismo clássico anterior. O autor é considerado o verdadeiro fundador do teatro nacional, pela quantidade - em quase dez anos, escreveu 28 peças - e qualidade de sua produção. Sua obra, pela grande popularidade que atingiu, foi muito importante para a consolidação do teatro no Brasil.
Fonte: Encena
Época Realista Metade o Século- XIX
Realismo na dramaturgia nacional pode ser subdividido em dois períodos: o primeiro, de 1855 - quando o empresário Joaquim Heliodoro monta sua companhia - até 1884 com a representação de O mandarim, de Artur Azevedo, que consolida o gênero revista e os dramas de casaca. O segundo período vai de 1884 aos primeiros anos do século XX, quando a opereta e a revista são os gêneros preferidos do público.
Essa primeira fase não se completa em um teatro naturalista. À exceção de uma ou outra tentativa, a literatura dramática não acompanhou o naturalismo pôr conta da preferência do público pelo "vaudeville", a revista e a paródia.
A renovação do teatro brasileiro, com a consolidação da comédia como gênero preferido do público, iniciou-se quando Joaquim Heliodoro Gomes dos Santos montou seu teatro, o Ginásio Dramático, em 1855. Esse novo espaço tinha como ensaiador e diretor de cena o francês Emílio Doux que trouxe as peças mais modernas da França da época.
O realismo importado da França introduziu a temática social, ou seja, as questões sociais mais relevantes do momento eram discutidas nos dramas de casaca. Era o teatro da tese social e da análise psicológica.
Nome de grande importância para o teatro dessa fase é o do dramaturgo Artur Azevedo (1855-1908). Segundo J. Galante de Souza ( O Teatro no Brasil, vol.1), Artur Azevedo "foi mais aplaudido nas suas bambochatas, nas suas revistas, escritas sem preocupação artística, do que quando escreveu teatro sério. O seu talento era o da improvisação, fácil, natural, mas sem fôlego para composições que exigissem amadurecimento, e para empreendimentos artísticos de larga envergadura".
Fonte: encena
O teatro no Brasil
Fernando Peixoto define bem a história do teatro no Brasil e no mundo em seu livro "O que é teatro", e nos traz referências de datas que ajudam entender sua trajetória no decorrer dos séculos.
A história do teatro brasileiro dramático surgiu em 1564, coincidentemente com a data de nascimento de Willian Shakespeare, quando foi encenado o Auto de Santiago pôr missionários jesuítas, na Bahia.
No Brasil o teatro surge como instrumento pedagógico. Eram Autos utilizados para a catequização dos índios, os quais o padre Manuel da Nóbrega encomendava-os ao padre José de Anchieta.
Já no século XIX (mais ou menos 1838), o teatro fica marcado pela tragédia romântica de Gonçalves Magalhães com a peça: "O Poeta e a Inquisição" e também Martins Pena com "O juiz de paz na roça". Martins Pena com toda sua simplicidade para escrever, porém justa eficácia para descrever o painel da época, teve seguidores "clássicos" de seus trabalhos, como Joaquim Manoel de Macedo, Machado de Assis e José de Alencar.
Foi em 1880 , em Lagos, na Nigéria que escravos brasileiros libertados deram um enorme salto no desenvolvimento do teatro, fundando a primeira companhia dramática brasileira – a Brazilian Dramatic Company .
Em 1900, o teatro deu seu grito de liberdade. Embora tenha enfrentado as mais duras crises políticas do país, conseguiu com muita luta estacar sua bandeira e marcar sua história.
De 1937 a 1945, a ditadura procura silenciar o teatro, mas a ideologia populista, através do teatro de revista, mantém-se ativa. Surgem as primeiras companhias estáveis do país, com nomes como: Procópio Ferreira, Jaime Costa, Dulcina de Moraes, Odilon Azevedo, Eva Tudor, entre outros.
Uma nova ideologia começava a surgir, juntamente com um dos maiores patrimônios do teatro brasileiro: Oswald de Andrade, que escreveu O Rei da Vela (1933), O Homem e o Cavalo (1934) e A Morta (1937), enfrentando desinibido e corajoso, a sufocante ditadura de Getúlio Vargas.
Em 1938, Paschoal Carlos Magno funda o Teatro do Estudante do Brasil. Começam surgir companhias experimentais de teatro, que estendem-se ao longo dos anos, marcando a introdução do modelo estrangeiro de teatro entre nós, consagrando então o princípio da encenação moderna no Brasil.
No ano de 1948 surge o TBC uma companhia que produzia teatro da burguesia para a burguesia, importando técnica e repertório, com tendências para o culturalismo estético. Já em 57, meio a preocupações sócio-políticas surge o Teatro de Arena de São Paulo. Relatos de jornais noticiavam que o Teatro de Arena foi a porta de entrada de muitos amadores para o teatro profissional, e que nos anos posteriores tornaram-se verdadeiras personalidades do mundo artístico.
Já em 64 com o Golpe Militar, as dificuldades aumentam para diretores e atores de teatro. A censura chega avassaladora, fazendo com que muitos artistas tenham de abandonar os palcos e exilar-se em outros países.
Restava às futuras gerações manterem vivas as raízes já fixadas, e dar um novo rumo ao mais novo estilo de teatro que estaria pôr surgir.
"...São infindáveis as tendências do teatro contemporâneo. Há uma permanência do realismo e paralelamente uma contestação do mesmo. As tendências muitas vezes são opostas, mas freqüentemente se incorporam umas as outras..." (Fernando Peixoto – O que é teatro).
Fonte: Uniso















